Nova operaçom policial contra o anarquismo italiano

O passado 12 de junho tivo lugar um novo golpe repressivo contra o ativismo anarquista num novo episódio do continuo goteo de operaçons policiais. A coordenaçom das polícias de Italia, Francia e Espanha levarom a cabo detençons nas localidades de Roma, Sant Etienne e Almeria no marco da operaçom Bialystock. Tras rexistrar várias casas e incautar material diverso arrestarom a sete pessoas das quales cinco quedam em prisom e duas baixo arresto domiciliário. Sobre eles recaem acusaçons como asociaçom suversiva com propósito de terrorismo, ataque incendiário, incitaçom a cometer delitos, entre outras. A investigaçom que xustifica os arrestos vem a raiz dum ataque com explosivos a umha comisaria dos carabinieri em San Giovanni, Roma, no ano 2017, e reivindicado pola FAI/FRI. Ademais das casas também rexistrarom o centro social «Bencivenga Occupato», o que consideram a sede da suposta célula anarquista. em ningum dos rexistros atoparom nada com o que xustificar o assalto.

Outro operativo na localidade de Bolonha

No passado mês de maio também em Itália arrestaram a sete pessoas e cinco com obrigaçom de quedar-se em Bolonha noutra operaçom policial, a operaçom «Ritrovo». Acusados de participar na luita contra os lager da democracia(CPR), de apoiar as revoltas nos cárceres italianos do passado mês de março e do incêndio dum repetidor de televisom no ano 2018. Finalmente o 30 de maio as que quedaram presas saem em liverdade mantendo cara elas diferentes medidas restrictivas e quedando à espera de juíço.
Anarquistas de Trento e Rovereto num comunicado solidário com as detidas denunciam: “Nom sendo políticos nem estafadores, nom temos ningumha vergonha quando prendem a algum dos nossos. Nom só porque os amamos e os estimamos, senom porque as açons das que se lhes acusa som para nos justas. Impedir a abertura ou o funcionamento dos CPR é justo. Solidarizarse com quem se revolta nos cárceres é justo (o único reproche, se quadra, é de nom o ter feito o suficiente). Sabotear os meios de condicionamento social é justo… e quiçá agora, após ter experimentado até onde o Estado e os tecnocratas podem chegar na vigilância das massas, algumhas pessoas mais podem compreender o significado de certas açons.
[…]
estas detençonss som um motivo mais para declarar a guerra à normalidade, à miséria e às injustiças que permite e oculta. As relaçons mais belas que temos som a nossa melhor arma.”

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